Numa fazenda do agreste morava Aninha
Moça limpa, asseada
De longe se via
Só não se sabia que com tanto apreço
Do galinheiro ela cuidaria
Semanalmente, sem maior intervalo
Aninha lavava, esfregava, perfumava
Quase que lustrava o galinheiro
Enquanto as galinhas passeavam e bicavam
E na volta das amiguinhas
Pro esforço não ser em vão
Esfregava os pés das galinhas
Com muita água e sabão
Depois de algum tempo
Tornou-se a piada da casa
Mas Aninha voltava
E de novo esfregava
Até que um dia seu primo
Gargalhando gritou: - Deixa disso,
Vai dar é frieira nos pés desses bichos!
Então Aninha passou também a enxugá-los.
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