Quando eu morrer
Quero um frevo rasgado
E brindes de cerveja
Em copos de plástico
Quero morrer
Numa manhã ensolarada
No meio do bloco
Do Galo da Madrugada
Quero um cortejo
Nas ladeiras de Olinda
Quero alfaias
E também passistas
Quero sorrisos porque fui feliz
Quero aplausos porque fui atriz
Quero metade das cinzas no ar
E a outra metade no mar
Quero um frevo rasgado
E brindes de cerveja
Em copos de plástico
Quero morrer
Numa manhã ensolarada
No meio do bloco
Do Galo da Madrugada
Quero um cortejo
Nas ladeiras de Olinda
Quero alfaias
E também passistas
Quero sorrisos porque fui feliz
Quero aplausos porque fui atriz
Quero metade das cinzas no ar
E a outra metade no mar