terça-feira, 20 de maio de 2008

O brilho da morte

A vida é de morte
Cada manhã
é uma a menos de vida
A noite
é a velhice do dia
O brilho
não é da lua
As estrelas que vejo
já não existem mais
Aquela cadente, brilhante
Serei eu, um dia
Sete palmos abaixo do chão

(1997)

Um comentário:

Tine disse...

Eu já era dramáaaaatica!