Quando eu morrer
Quero um frevo rasgado
E brindes de cerveja
Em copos de plástico
Quero morrer
Numa manhã ensolarada
No meio do bloco
Do Galo da Madrugada
Quero um cortejo
Nas ladeiras de Olinda
Quero alfaias
E também passistas
Quero sorrisos porque fui feliz
Quero aplausos porque fui atriz
Quero metade das cinzas no ar
E a outra metade no mar
Quero um frevo rasgado
E brindes de cerveja
Em copos de plástico
Quero morrer
Numa manhã ensolarada
No meio do bloco
Do Galo da Madrugada
Quero um cortejo
Nas ladeiras de Olinda
Quero alfaias
E também passistas
Quero sorrisos porque fui feliz
Quero aplausos porque fui atriz
Quero metade das cinzas no ar
E a outra metade no mar
3 comentários:
Adorei seu poema , vc tem talento!!!!VBou divulgar seu blog!!!
ineeee, adorei!
te add aqui =***
Que coisa mais linda... cheguei aqui através do Blog de um amigo... e foi uma grata surpresa encontrar seus versos. Parabéns!!
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